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Luigi Pareyson, leitor de Kierkegaard e a tradição existencialista italiana: uma análise a partir dos Studi sull´esistenzialismo

Márcio Gimenes de Paula

Autor
Márcio Gimenes de Paula
Revista
ARARIPE — REVISTA DE FILOSOFIA -
Edição
1 / 1
Ano
2020
DOI
10.56837/Araripe.2020.v1.n1.621
Páginas
41-62
Idioma
pt
2020Márcio Gimenes de Paula. Luigi Pareyson, leitor de Kierkegaard e a tradição existencialista italiana: uma análise a partir dos Studi sull´esistenzialismo. ARARIPE — REVISTA DE FILOSOFIA -, v. 1, n. 1, p. 41-62, 2020.3

Resumo: Lugi Pareyson (1918-1991) foi um dos mais importantes filósofos italianos do século XX. Sua imensa e erudita obra contribuiu significativamente para a discussão do idealismo alemão e do existencialismo em solo italiano e também na Argentina, onde ele trabalhou por alguns anos. O objetivo do presente artigo é avaliar alguns aspectos de sua leitura sobre um autor capital para o existencialismo, a saber, o dinamarquês Kierkegaard. Para tanto, delimitaremos nossa análise a investigar a presença do pensador na sua obra Studi sull´esistenzialismo (1943). Há aqui um duplo intuito: o primeiro é realizar um panorama do existencialismo germânico e sua recepção em solo italiano. O segundo é perceber como Kierkegaard atuou sobre ambos segundo a interpretação de Pareyson.