MACEDO, Lino. Ensaios costrutivistas. São Paulo, Ed. Casa do psicólogo, 1994
Antônio Wilson Pagotti
- Autor
- Antônio Wilson Pagotti
- Revista
- Educação e Filosofia
- Edição
- 10 / 19
- Ano
- 2008
- DOI
- 10.14393/REVEDFIL.v10n19a1996-980
- Páginas
- 201-205
- Idioma
- pt
É comum, em leituras sobre educação, encontrar-se reflexões a partir de perguntas como: "educar para quê?", "educar para quem?". As leituras colocam questionamentos históricos, políticos, ideológicos onde a concepção de luta de classes normalmente está presente. Nesta ótica processa-se uma dicotomia: de um lado as teorias educacionais críticas, de outro as teorias educacionais não críticas, como se fosse possível este nível de precisão conceituai e assim dividí-las "matematicamente". Sobre as teorias não críticas ressaltam-se o "pedagogismo", e o "psicologismo", dão-lhes a pecha de conservadoras ou, na melhor das hipóteses, refonnistas. Quanto às teorias críticas, ressalta-se o caráter revolucionário, porém pela contundência acabam não tendo um "mundo possível" para aplicação. Assim, sua importância circunscreve-se na possibilidade de refletir a realidade educacional. Isto porque a ênfase do processo crítico está principalmente no pensamento por oposição. Em alguns casos há autores que chegam a afirmar que a educação escolar é hoje e o que foi o cristianismo para o período medieval. O que é um exagero crítico. [...] Palavras-chave: Educação; Construtivismo; Política.
