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MARILENA CHAUI E AS ARTES: HÉLIO OITICICA, ESPINOSA, MILES DAVIS E A VOZ DE UM TROVÃO
Henrique Piccinato Xavier
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Henrique Piccinato Xavier
- Revista
- Cadernos Espinosanos
- Edição
- 36
- Ano
- 2017
- DOI
- 10.11606/issn.2447-9012.espinosa.2017.132675
- Páginas
- 179-197
- Idioma
- pt-BR
2017Henrique Piccinato Xavier. MARILENA CHAUI E AS ARTES: HÉLIO OITICICA, ESPINOSA, MILES DAVIS E A VOZ DE UM TROVÃO. Cadernos Espinosanos, n. 36, p. 179-197, 2017.2
O artigo procura considerar a fecundidade da ideia de arte e da própria criação artística no interior da prática filosófica de Marilena Chaui a partir de quatro pontos: i - a defesa de uma estética que não seja meramente pautada pelo julgamento de gosto e pela experiência do belo, mas por relações ativas entre arte, vida, crítica e engajamento social; ii - um parêntese de uma história pessoal que entrelaça política, ensino e literatura; iii - uma análise da escrita não apenas filosófica, mas literária da autora, em uma comparação à própria escrita de Espinosa; iv - a importância da voz e da criação no ensino de filosofia de Chaui.
