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Melancolia e Náusea: do Destino Enquanto Fundamento do Caráter Trágico ao Absurdo Existencial
Thiago RODRIGUES
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Thiago RODRIGUES
- Revista
- Trans/Form/Ação
- Edição
- 37 / 02
- Ano
- 2014
- DOI
- 10.1590/S0101-31732014000200010
- Idioma
- pt
2014Thiago RODRIGUES. Melancolia e Náusea: do Destino Enquanto Fundamento do Caráter Trágico ao Absurdo Existencial. Trans/Form/Ação, v. 37, n. 02, 2014.1
A partir da perspectiva intelectualista grega, na qual o dualismo entre corpo e alma requer o primado do discurso racional [lógos] em detrimento do páthos filosófico, busca-se com este artigo associar a noção de “desmedida” [hybris] com a noção de melancolia. Essa associação ganha ainda mais relevo, quando a aproximamos da interpretação de Simone Weil para o poema épico de Homero, a Ilíada. Se essa aproximação se justifica, então é patente a aproximação entre o caráter trágico que odestino adquire, na perspectiva clássica, e a noção de contingência enquanto fundamento do absurdo existencial, no pensamento existencialista.
Palavras-chave:
