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Modos menores de resistir: duas expressões estético-políticas amazônicas:

Caio Souto, João Gustavo Kienen, Bruna do Carmo Reis Lira

Autor
Caio Souto, João Gustavo Kienen, Bruna do Carmo Reis Lira
Revista
Argumentos - Revista de Filosofia
Edição
17 / 1
Ano
2025
DOI
10.36517/arf.v17i1.95466
Páginas
191-201
Idioma
pt
2025Caio Souto, João Gustavo Kienen, Bruna do Carmo Reis Lira. Modos menores de resistir: duas expressões estético-políticas amazônicas:. Argumentos - Revista de Filosofia, v. 17, n. 1, p. 191-201, 2025.1

Este artigo propõe uma reflexão sobre formas estético-políticas de resistência na Amazônia, a partir do conceito de “modos menores”, articulando referências como a monstruosidade (Canguilhem), a infâmia (Foucault), o grotesco (Muniz Sodré e Raquel Paiva), o ritornelo (Deleuze e Guattari), bem como a crítica adorniana à regressão auditiva e sua noção de “transição mínima”, e ainda as leituras de Edward Said sobre a invenção do oriente e a escuta da alteridade. Ao revisitar a tese da Amazônia inventada (Neide Gondim), o texto investiga práticas que emergem na ruína e no silenciamento, ativando formas de resistência minoritária que deslocam o regime dominante de visibilidade e o dispositivo de normalização.