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Monismo da duração e ontologização do passado: sobre a leitura deleuzeana de Bergson
Fernando Monegalha
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Fernando Monegalha
- Revista
- Trans/Form/Ação
- Edição
- 40 / 2
- Ano
- 2017
- DOI
- 10.1590/S0101-317320170002000011
- Páginas
- 193-216
- Idioma
- pt
2017Fernando Monegalha. Monismo da duração e ontologização do passado: sobre a leitura deleuzeana de Bergson. Trans/Form/Ação, v. 40, n. 2, p. 193-216, 2017.1
Trata-se de avaliar a justiça da leitura deleuzeana de Bergson, partindo de duas problemáticas principais: o monismo da duração, que Deleuze enxerga e defende em Bergson, e a ontologização do passado, a qual ele promove em sua apreciação da filosofia bergsoniana. Como procuraremos mostrar, se o primeiro ponto (o monismo da duração) parece particularmente equivocado, o segundo ponto (a ontologização do passado) parece encontrar guarida em alguns trechos da obra de Bergson.
Palavras-chave:
