- Autor
- Jody Azzouni
- Revista
- Veritas (Porto Alegre)
- Edição
- 66 / 1
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.15448/1984-6746.2021.1.41521
- Páginas
- e41521
- Idioma
- en
A “Prova de um mundo externo” de Moore e suas “Quatro formas de ceticismo” há muito intrigam os comentaristas. Como são essas respostas adequadas aos céticos? Até que ponto a chamada prova de um mundo externo é pertinente para o desafio do ceticismo? A noção de ônus da prova relativizada é introduzida: este é um ônus da prova vis-à-vis o oponente que se assume ao tentar convencer alguém de algo. O ônus da prova relativizado é tornar explícito (no tópico do discurso racional) o truísmo de que se você argumentar com alguém com a intenção de tentar convencer alguém de algo, e se você não conseguir, você não encontrou sua própria conversação meta. Assumir que Moore está implicitamente contando com a noção de fardos relativizados da prova ilumina sua abordagem nesses artigos.
