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Não há analista lacaniano

Marie-Lou Lery-Lachaume, Marcela Verônica da Silva, Stephanie Olivato, Erik Porge

Autor
Marie-Lou Lery-Lachaume, Marcela Verônica da Silva, Stephanie Olivato, Erik Porge
Revista
Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211]
Edição
3 / 6
Ano
2019
Idioma
pt-BR
2019Marie-Lou Lery-Lachaume, Marcela Verônica da Silva, Stephanie Olivato, Erik Porge. Não há analista lacaniano. Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211], v. 3, n. 6, 2019.1

Qual a necessidade de se dizer lacaniano? Quem o pede? É suficiente, vamos dizer, se autorizar a praticar a análise de maneira séria e o analista ser julgado por seus atos. Certamente, mas seus atos não vão sem dizer. Já a fórmula “se autorizar”, em um sentido outro que o da afirmação do eu [“affirmation moïque” no texto em francês], ressoa com o dizer de Lacan: “O analista só se autoriza de si mesmo e de alguns outros.” Então, será que se autoriza de Lacan?