Artigo
Ver fonte original- Autor
- Tatiana Pereira
- Revista
- Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea
- Edição
- 11 / 3
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.26512/rfmc.v11i3.50531
- Páginas
- 77 - 110
- Idioma
- pt
2024Tatiana Pereira. Nunca fomos tão hobbesianos: marcas civilizatórias contemporâneas. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, v. 11, n. 3, p. 77 - 110, 2024.2
O texto trata de relações originárias e históricas na forma “civilizatória” da sociabilidade do capital, problematizando a moderna constituição do que reconhecemos como elos orgânicos entre religião - em particular a que se impõe hegemonicamente no mundo moderno ocidental, as monoteístas de matriz cristã - e expressões belicistas e militarizadas da vida social como o lidar socialmente com o aprofundamento da crise do capital e as características regressivas da modernidade. Argumenta sobre as bases para a compreensão de visível incremento do totalitarismo como mediação social no mundo atual na relação com o que percebemos como um adensamento da cristianização das relações na política, a exemplo do que vivenciamos no Brasil.
Palavras-chave:
