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O CAMPO EPISTEMOLÓGICO DA PULSÃO DE MORTE:: UM DEBATE ENTRE PSICANÁLISE, CIÊNCIA E FILOSOFIA DA MENTE

Claudia Murta, Jacir Silvio Sanson Junior, Jacir Silvio Sanson Junior

Autor
Claudia Murta, Jacir Silvio Sanson Junior, Jacir Silvio Sanson Junior
Revista
Sofia
Edição
9 / 2
Ano
2020
DOI
10.47456/sofia.v9i2.32442
Páginas
68-98
Idioma
pt
2020Claudia Murta, Jacir Silvio Sanson Junior, Jacir Silvio Sanson Junior. O CAMPO EPISTEMOLÓGICO DA PULSÃO DE MORTE:: UM DEBATE ENTRE PSICANÁLISE, CIÊNCIA E FILOSOFIA DA MENTE. Sofia, v. 9, n. 2, p. 68-98, 2020.1

Uma das questões que possibilitou o nascimento de nosso trabalho foi como abordar o advento da pulsão de morte na teoria freudiana. Tendo em vista seu caráter fundamental na teoria psicanalítica, a escolha de um estudo teórico sobre a pulsão implica um delineamento de sua importância. Todavia, a pulsão de morte apresenta dificuldades em sua definição e, a linha da pesquisa adotada surgiu a partir da referência a essas dificuldades. Em outras palavras, propusemo-nos fazer uma pesquisa epistemológica sobre o advento da pulsão de morte. O conceito de pulsão só pode ser pensado, de acordo com a teoria freudiana, como o conjunto das pulsões de vida e de morte. Dessa maneira, torna-se difícil precisar se a pulsão é realmente um conceito científico. E, em decorrência disso, outra problemática que se faz presente na abordagem freudiana da pulsão é a proposta do dualismo pulsional. A grande questão envolvida nas definições elaboradas para a pulsão diz respeito à proposição da pulsão de morte que é um marco na teoria pulsional apresentada no texto do Além do Princípio de Prazer.