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O CONCEITO DE AMOR EM ORÍGENES DE ALEXANDRIA E AGOSTINHO DE HIPONA: APROXIMAÇÕES E DIVERGÊNCIAS

Francisco Romário de Queiroz Silva, Francisco Clebio Figueiredo

Autor
Francisco Romário de Queiroz Silva, Francisco Clebio Figueiredo
Revista
Revista Ideação
Edição
1 / 45
Ano
2022
DOI
10.13102/ideac.v1i45.7713
Páginas
487-500
Idioma
pt
2022Francisco Romário de Queiroz Silva, Francisco Clebio Figueiredo. O CONCEITO DE AMOR EM ORÍGENES DE ALEXANDRIA E AGOSTINHO DE HIPONA: APROXIMAÇÕES E DIVERGÊNCIAS. Revista Ideação, v. 1, n. 45, p. 487-500, 2022.1

Considerando a relevância que a temática do amor teve e continua tendo no campo da filosofia, bem como a importância que os pensadores Orígenes e Agostinho têm na mesma área, especificamente no que toca à filosofia antiga e Patrística, objetiva-se, neste trabalho, apresentar os sistemas de ambos os Padres, suas contribuições e divergências a respeito do citado tema. Para tanto, procedeu-se a um levantamento bibliográfico das principais obras em que ambos os autores dissertam a respeito da temática proposta para esta pesquisa, bem como pesquisadores e comentadores do pensamento do alexandrino e do hiponense. A pesquisa ainda está amparada em historiadores da filosofia. Desse modo, observa-se que o tema do amor ocupa lugar significativo nos textos de Agostinho e Orígenes, sendo chave de leitura e compreensão para seus sistemas filosóficos. Ainda, observou-se, que não obstante ambos os pensadores apontarem para as mesmas direções em diversos quesitos, Agostinho parece ser mais preciso, metodológico e possui uma terminologia mais refinada no tocante ao assunto. O que permite concluir que ambos os pensadores trazem importantes contribuições filosóficas à temática do amor, sendo o sistema agostiniano mais desenvolvido que o origeniano.