Artigo
Ver fonte original- Autor
- LUIZ MAURÍCIO BENTIM DA ROCHA MENEZES
- Revista
- Trans/Form/Ação
- Edição
- 40 / 1
- Ano
- 2017
- DOI
- 10.1590/S0101-31732017000100012
- Páginas
- 235-252
- Idioma
- pt
2017LUIZ MAURÍCIO BENTIM DA ROCHA MENEZES. O CONTRATO DE GLÁUCON. Trans/Form/Ação, v. 40, n. 1, p. 235-252, 2017.2
O Livro II da República de Platão se inicia com um desafio de Gláucon para Sócrates, onde este deve provar que o homem justo é, de toda maneira, melhor do que o injusto. Para isso, pedirá que Sócrates defenda a justiça por si mesma e censure a injustiça. O discurso de Gláucon pode ser dividido em três partes, sendo a primeira dedicada à origem e à natureza da justiça; a segunda irá indicar a justiça como algo necessário, mas não como um bem; e a terceira, na qual ele irá tentar provar que a vida do injusto é melhor do que a do justo. Neste trabalho, iremos nos centrar em seu primeiro argumento e de que maneira Gláucon defende a justiça através de um contrato.
