O desenvolvimento linguístico do conceito Teoria da Conspiração e suas implicações históricas
Cintia Coelho da Silva, Isabel Orestes Silveira
- Autor
- Cintia Coelho da Silva, Isabel Orestes Silveira
- Revista
- Antíteses
- Edição
- 18 / 36
- Ano
- 2025
- DOI
- 10.5433/1984-3356.2025v18n36p216-250
- Páginas
- 216-250
- Idioma
- pt
O presente texto visa propor um enriquecimento na compreensão do conceito de “teoria da conspiração” e seus conceitos irmãos: “negacionismo” e “programação preditiva” – uma vez que os conceitos favorecem a produção de saberes e, consequentemente, ampliam as possibilidades de entendimento sobre um determinado tema. O ensaio foi elaborado a partir da evolução linguística do conceito, ao longo da história. Apoiado na construção de “árvores conceituais” (Barros, 2016), na Análise Crítica do Discurso (ACD) de Norman Fairclough (1995) e no uso de big data (Google Trends), constatou-se a evolução do sentido pejorativo do conceito de “teoria da conspiração” devido à força comunicativa midiática, aos promotores de conteúdo digital e pela influência governamental no desenvolvimento da linguagem (Rankin Junior, 2017).
