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O desenvolvimento racional da subjetividade Finita na razão ativa da fenomenologia do Espírito de g.w.f. Hegel

Rafael Ramos Cioquetta

Autor
Rafael Ramos Cioquetta
Revista
Veritas (Porto Alegre)
Edição
64 / 3
Ano
2019
DOI
10.15448/1984-6746.2019.3.34652
Páginas
e34652
Idioma
pt
2019Rafael Ramos Cioquetta. O desenvolvimento racional da subjetividade Finita na razão ativa da fenomenologia do Espírito de g.w.f. Hegel. Veritas (Porto Alegre), v. 64, n. 3, p. e34652, 2019.1

Essa pesquisa buscou tratar a questão que envolve a importância e função da subjetividade finita na filosofia Hegeliana. Para isso, nos atemos à interpretação de partes da obra que expõe o desenvolvimento da subjetividade como seu tema central, a Fenomenologia do Espírito, de 1807. Nossa interpretação das últimas figuras da Razão nos levou à conclusão de que a subjetividade finita, enquanto individualidade singular participa de maneira fundamental da produção e efetivação dos conceitos, pois verificamos que devido a sua natureza, determinada como o caráter negativo do espírito, ela nunca é totalmente superada e dissolvida na universalidade.