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O “homem de Schopenhauer” e a filosofia: sobre a raiz schopenhaueriana da concepção de filosofia em Nietzsche
Márcio Benchimol Barros
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Márcio Benchimol Barros
- Revista
- Voluntas: Revista Internacional de Filosofia
- Edição
- 9 / 1
- Ano
- 2018
- DOI
- 10.5902/2179378633545
- Páginas
- 53-67
- Idioma
- pt
2018Márcio Benchimol Barros. O “homem de Schopenhauer” e a filosofia: sobre a raiz schopenhaueriana da concepção de filosofia em Nietzsche. Voluntas: Revista Internacional de Filosofia, v. 9, n. 1, p. 53-67, 2018.2
Tendo como base uma análise comparativa entre a Terceira consideração extemporânea de Nietzsche, intitulada Schopenhauer como educador, e o capítulo dos Parerga e Paralipomena sobre a filosofia universitária, o artigo procura mostrar que o texto nietzscheano, apesar das claras divergências teóricas que manifesta em relação ao pensamento do homenageado, apresenta uma concepção de filosofia absolutamente condizente com a sustentada por esse pensamento. Argumenta-se ainda que tal concepção de filosofia não se restringe à primeira fase da produção de Nietzsche, o que é exemplificado por meio de breve consideração acerca da figura do espírito livre, tal como aparece em Humano, demasiado humano I.
Palavras-chave:
