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O INSTINTO DE INDUSTRIA,A DETERMINAÇÃO DA BELEZAHUMANA E O SENTIDO DAESPÉCIE

Eduardo Ferraz Franco

Autor
Eduardo Ferraz Franco
Revista
Lampejo - Revista Eletrônica de Filosofia
Ano
2014
Idioma
pt-BR
2014Eduardo Ferraz Franco. O INSTINTO DE INDUSTRIA,A DETERMINAÇÃO DA BELEZAHUMANA E O SENTIDO DAESPÉCIE. Lampejo - Revista Eletrônica de Filosofia, 2014.1

Resumo: Ao tratar da determinação da beleza humana nas obras de arte, Schopenhauer apresenta uma analogia entre o conhecimento a priori da beleza humana, e o instinto de indústria nos animais. Em ambos os casos o indivíduo carrega em si a antecipação de uma obra a executar, que só será determinada quando surgir, na experiencia, o motivo para sua execução. O filósofo explica que tal analogia se dá pelo fato de que esse conhecimento a priori que o ser humano possui da beleza humana decorre de um instinto que atua como um sentido da espécie no indivíduo. O presente artigo visa percorrer tal analogia, lançando mão do conceito de sentido da espécie para buscarmos compreender os fenômenos do instinto de indústria e da determinação da beleza humana nas obras de arte.