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O PARRICÍDIO EM TOTEM E TABU: UMA ANÁLISE ACERCA DA GÊNESE DO CONCEITO DE PULSÃO DE MORTE

Maria Vilela Pinto Nakasu

Autor
Maria Vilela Pinto Nakasu
Revista
Revista de Filosofia Aurora
Edição
17 / 20
Ano
2005
DOI
10.7213/rfa.v17i20.8549
Páginas
137-146
Idioma
pt
2005Maria Vilela Pinto Nakasu. O PARRICÍDIO EM TOTEM E TABU: UMA ANÁLISE ACERCA DA GÊNESE DO CONCEITO DE PULSÃO DE MORTE. Revista de Filosofia Aurora, v. 17, n. 20, p. 137-146, 2005.1

Preocupado com a questão das origens, Freud localizou na esfera cultural os fenômenos do ódio e da agressividade como sendo essenciais para fundamentar sua teoria social. Ao derivar de um crime contra o pai a origem da sociedade civilizada, da religião e da moral, dos desejos que compõem o complexo de Édipo e do que viria a ser o superego, ele conclui ser impossível pensar a cultura sem considerar as tendências destrutivas do homem e seus efeitos para a história da humanidade. Em que medida podemos afirmar que a reflexão freudiana sobre a cultura incide sobre a formulação e a consolidação de algumas noções metapsicológicas? Este trabalho se propõe a analisar a influência das teses psicanalíticas apresentadas em Totem e tabu na gênese do conceito de pulsão de morte.