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O périplo filosófico para O Ser e o Nada: com quantas “fenomenologias” se faz uma ontologia-fenomenológica?
Andre Constantino Yazbek
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Andre Constantino Yazbek
- Revista
- Argumentos - Revista de Filosofia
- Edição
- 31
- Ano
- 2024
- DOI
- 10.36517/Argumentos..31.92084
- Páginas
- 29-40
- Idioma
- pt
2024Andre Constantino Yazbek. O périplo filosófico para O Ser e o Nada: com quantas “fenomenologias” se faz uma ontologia-fenomenológica?. Argumentos - Revista de Filosofia, n. 31, p. 29-40, 2024.1
O presente artigo pretende revisitar as bases “fenomenológicas” da trajetória de Jean-Paul Sartre desde sua recepção das filosofias de Edmund Husserl e Martin Heidegger até o momento de composição da principal síntese filosófica de seu existencialismo, intitulada O Ser e o Nada (1943). Neste sentido, o artigo situa o estatuto das fenomenologias de Husserl e Heidegger para o pensamento sartriano, bem como a originalidade de O Ser e o Nada, para a qual concorre, ainda, uma leitura bastante particular da negatividade hegeliana.
