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O PROBLEMA DO MAL NA OBRA ORIGENS DO TOTALITARISMO, DE HANNAH ARENDT

Gutierrez de Lellis Resende

Autor
Gutierrez de Lellis Resende
Revista
Sapere Aude
Edição
6 / 12
Ano
2016
DOI
10.5752/P.2177-6342.2015v6n12p852
Páginas
852
Idioma
pt
2016Gutierrez de Lellis Resende. O PROBLEMA DO MAL NA OBRA ORIGENS DO TOTALITARISMO, DE HANNAH ARENDT. Sapere Aude, v. 6, n. 12, p. 852, 2016.1

A filosofia desenvolvida nesse século foi fortemente marcada por acontecimentos inimagináveis que mostraram que o mal pode tomar proporções alarmantes. Sendo assim, é preciso repensá-lo. Uma das grandes defensoras dessa tese é Hannah Arendt, que percebeu o surgimento de uma ruptura na cultura ocidental e, a partir disso, propôs novas formas de pensar e fazer política. Na tentativa de compreender o funcionamento dos regimes totalitários, Arendt percebe uma nova modalidade do mal, compreendido em âmbito político, através da noção de mal radical, percebido primeiramente no totalitarismo.