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O sujeito volitivo de Schopenhauer como limite do mundo no Tractatus de Wittgenstein

Maygon André Molinari

Autor
Maygon André Molinari
Revista
Voluntas: Revista Internacional de Filosofia
Edição
2 / 2
Ano
2011
DOI
10.5902/2179378634086
Páginas
128-139
Idioma
pt
2011Maygon André Molinari. O sujeito volitivo de Schopenhauer como limite do mundo no Tractatus de Wittgenstein. Voluntas: Revista Internacional de Filosofia, v. 2, n. 2, p. 128-139, 2011.2

Neste artigo, o sujeito volitivo, vislumbrado em O mundo como vontade e como representação, de Schopenhauer, é relacionado ao sujeito enquanto limite do mundo, no Tractatus Logico-Philosophicus, de Wittgenstein. A partir desta relação, notamos que, não somente a abordagem do sujeito se assemelha, nestes dois filósofos, mas também a abordagem sobre a essência do mundo.