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O TEMPO MORTO, UM OLHAR SOBRE O VALOR DO TEMPO COMO MOEDA DE BARGANHA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA: A LOOK AT THE VALUE OF TIME AS A BARTERING CURRENCY IN CONTEMPORARY SOCIETY

Adriano França, André Brayner

Autor
Adriano França, André Brayner
Revista
Synesis (ISSN 1984-6754)
Edição
18 / 1
Ano
2026
Páginas
e3462-e3462
Idioma
pt
2026Adriano França, André Brayner. O TEMPO MORTO, UM OLHAR SOBRE O VALOR DO TEMPO COMO MOEDA DE BARGANHA NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA: A LOOK AT THE VALUE OF TIME AS A BARTERING CURRENCY IN CONTEMPORARY SOCIETY. Synesis (ISSN 1984-6754), v. 18, n. 1, p. e3462-e3462, 2026.3

Este artigo analisa o conceito de tempo morto como categoria política e existencial na sociedade contemporânea. A partir do capítulo Zona de Espera, de Paulo Arantes, investiga-se como o tempo, transformado em recurso escasso e moeda de poder, estrutura novas formas de dominação e desigualdade, especialmente entre as classes trabalhadoras. O estudo considera o controle do tempo, na forma de espera e imobilização social, como dispositivo biopolítico e simbólico de punição. Por meio de leitura crítica e hermenêutica, articulando Arantes, Foucault e Flusser, discute-se a relação entre biopoder, presentismo e idolatria da imagem. Conclui-se que o tempo morto evidencia não apenas a suspensão da experiência, mas também a negação da existência do sujeito contemporâneo, aprisionado entre aceleração tecnológica e paralisia social. Palavras-chave: tempo; biopoder; presentismo; alienação; Paulo Arantes.