Artigos
O VISÍVEL E O INVISÍVEL EM HANNAH ARENDT: : UM DIÁLOGO COM MERLEAU-PONTY
Paulo Eduardo Bodziak Junior
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Paulo Eduardo Bodziak Junior
- Revista
- Cadernos Arendt
- Edição
- 2 / 4
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.26694/ca.v2i4.1626
- Páginas
- 110-123
- Idioma
- pt
2021Paulo Eduardo Bodziak Junior. O VISÍVEL E O INVISÍVEL EM HANNAH ARENDT: : UM DIÁLOGO COM MERLEAU-PONTY. Cadernos Arendt, v. 2, n. 4, p. 110-123, 2021.2
O “desmantelamento” da metafísica conduziu Hannah Arendt à difícil tarefa de abordar o problema do Ser sem tropeçar na mesma armadilha ontológica da qual Heidegger e, em certa medida, Karl Jaspers não teriam escapado. Em suas reflexões sobre o pensar, o querer e o julgar, a autora assume a primazia da aparência como ponto de partida do qual nos retiramos para que um outro “estado existencial”, o invisível, seja instalado. A condução deste tema em A vida do espírito guarda uma rica e complexa relação com o filósofo francês Merleau-Ponty que nos ajuda a compreender algumas escolhas e dificuldades da autora na obra considerada seu “retorno” à filosofia.
Palavras-chave:
