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Os paradoxos da sacralidade da vida humana: questões ético-políticas do pensamento de W. Benjamin e G. Agamben
Castor Bartolomé Ruiz
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Castor Bartolomé Ruiz
- Revista
- Revista de Filosofia Aurora
- Edição
- 25 / 37
- Ano
- 2013
- DOI
- 10.7213/aurora.25.037.DS03
- Páginas
- 57-77
- Idioma
- pt
2013Castor Bartolomé Ruiz. Os paradoxos da sacralidade da vida humana: questões ético-políticas do pensamento de W. Benjamin e G. Agamben. Revista de Filosofia Aurora, v. 25, n. 37, p. 57-77, 2013.1
A sacralidade da vida humana tornou-se um problema filosófico com desdobramentos éticos e políticos. Este ensaio apresenta uma arqueologia da sacralidade a partir dos estudos de Walter Benjamin e Giorgio Agamben, estabelecendo uma comparação com o sentido da sacralidade nas polis antigas. A sacralidade (re)aparece como figura simbólica marcada pelo paradoxo – ao mesmo tempo que protege a vida pelo direito sagrado, o direito a captura e a ameaça com a exceção. Porém, o paradoxo é insuperável, já que constitui o modo de ser do humano.
