Voltar para Artigos
Artigos

Percepções sobre a linguagem museológica do Museu Histórico de Londrina: a exposição “Cuidar, Curar, Lembrar – memória da saúde em Londrina” e as representações de mulheres

Bruno Sanches Mariante da Silva

Autor
Bruno Sanches Mariante da Silva
Revista
Antíteses
Edição
8 / 16
Ano
2016
DOI
10.5433/1984-3356.2015v8n16p252
Páginas
252-278
Idioma
pt
2016Bruno Sanches Mariante da Silva. Percepções sobre a linguagem museológica do Museu Histórico de Londrina: a exposição “Cuidar, Curar, Lembrar – memória da saúde em Londrina” e as representações de mulheres. Antíteses, v. 8, n. 16, p. 252-278, 2016.4

Os museus históricos, como os monumentos, já foram entendidos como imagens que as sociedades produzem para o futuro. No entanto, esta concepção dos museus enquanto espaços mantenedores e guardiães da memória de uma comunidade ou localidade começa a ser revista. A cidade de Londrina, mesmo que bastante nova, conserva através de diferentes meios o elogio à memória de determinados grupos chamados de ‘pioneiros’. A contestação de tais práticas memorialísticas e a inclusão de novos atores é bastante polêmica e custosa. Desse modo, o presente artigo traz em seu escopo refletir acerca das representações de mulheres na linguagem do Museu Histórico de Londrina. Para tal propõe-se a analisar a mais recente exposição temporária que este espaço abrigou: “Cuidar, Curar, Lembrar – memória da saúde em Londrina”. Assim, quer-se investigar com qual(ais) linguagem (s) museológica o MHL alinha-se e como apresenta-se ao público.