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PRELÚDIO PARA FILOSOFIA DA CIÊNCIA: o vazio entre pré-Socráticos e Aristóteles

Natan Aparecido da Cunha Esbravilheri

Autor
Natan Aparecido da Cunha Esbravilheri
Revista
PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília
Edição
8 / 16
Ano
2021
DOI
10.26512/pl.v8i16.23781
Páginas
11 - 36
Idioma
pt
2021Natan Aparecido da Cunha Esbravilheri. PRELÚDIO PARA FILOSOFIA DA CIÊNCIA: o vazio entre pré-Socráticos e Aristóteles. PÓLEMOS – Revista de Estudantes de Filosofia da Universidade de Brasília, v. 8, n. 16, p. 11 - 36, 2021.1

No presente artigo, nos dedicamos a realizar uma análise acerca do vazio na filosofia de Aristóteles. No entanto, para realizar tal atividade teremos de voltar ao comumente aceito como vazio, isto é, localidade onde não existe nada. Essa definição não é suficiente, logo buscamos outras colocações sobre esse tema. Para realizar o nosso desenvolvimento devemos retomar os antigos, o foco, então, se volta para dois pré-socráticos Demócrito e Leucipo. O desdobramento que se segue, coloca em evidência o pensamento de Aristóteles, em primeiro movimento, explicitamos a questão do método aristotélico. Em segundo momento, vamos em direção ao conceito de lugar. Ao fim da exposição sobre o vazio, evidenciamos as distinções entre o vazio para os pré-socráticos e para Aristóteles. Em seguida é realizada uma breve discussão sobre a importância da filosofia da physis aristotélica para a compreensão do universo conceitual contemporâneo e para toda a filosofia da ciência.