Voltar para Artigos
Artigos

Reducción y estructuralismo

María de las Mercedes O’Lery

Autor
María de las Mercedes O’Lery
Revista
Perspectivas
Edição
3 / 2
Ano
2019
DOI
10.20873/rpv3n2-42
Páginas
121-137
Idioma
es
2019María de las Mercedes O’Lery. Reducción y estructuralismo. Perspectivas, v. 3, n. 2, p. 121-137, 2019.1

O fenômeno de um ramo relativamente autônomo da ciência ser absorvido por, ou “reduzido” a, outra disciplina é inegável e é uma característica recorrente da história da ciência moderna, e não há razão para supor que tal fenômeno não continue a ocorrer no futuro. Isto foi afirmado por Ernest Nagel há exatamente setenta anos, numa tentativa de justificar a necessidade de clarificar a redução científica (NAGEL, 1949, p. 100). Mesmo alguns anos antes, ele afirmou que não existia um estudo cuidadoso da natureza da redução, mesmo por aqueles cuja única preocupação era a lógica da ciência (NAGEL, 1935, p. 46). Os debates subsequentes sobre a noção de redução na ciência foram motivados especialmente pelo modelo de redução nageliano, que teve inúmeros adeptos e objeções variadas. Dentre as respostas frente aos problemas sofridos por este modelo clássico, podemos contar, como uma das primeiras, aquela oferecida pelo programa estruturalista. Neste trabalho será discutida a noção de redução no âmbito do programa estruturalista. Uma vez apresentada esta via, procurar-se-á aprofundar a análise da condição de redução no sentido ontológico (MOULINES, 1984), tendo em conta um dos mais atuais refinamentos do quadro conceptual estruturalista, a noção de uma subestrutura parcial escalonada.