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Região fenomenológica & esfera psíquica em Sartre: esboço para uma genealogia do mágico
Gustavo Fujiwara
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Gustavo Fujiwara
- Revista
- Griot : Revista de Filosofia
- Edição
- 11 / 1
- Ano
- 2015
- DOI
- 10.31977/grirfi.v11i1.643
- Páginas
- 45-66
- Idioma
- pt
2015Gustavo Fujiwara. Região fenomenológica & esfera psíquica em Sartre: esboço para uma genealogia do mágico. Griot : Revista de Filosofia, v. 11, n. 1, p. 45-66, 2015.4
Este artigo visa analisar a categoria do mágico em duas obras fenomenológicas do filósofo francês Jean-Paul Sartre, quais sejam: La transcendance de l’Ego (1934) e Esquisse d’une théorie des émotions (1938). Em ambos os textos, o expediente do mágico é recorrente e assinala, por sua vez, uma certa experiência (de fuga) da consciência que poderíamos nomear como anti-fenomenológica. Ademais, este registro do mágico constitui para Sartre um modo, digamos, privilegiado no que tange à análise da ininteligibilidade da relação da consciência com o mundo, com os outros e consigo mesma.
Palavras-chave:
