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REMEMORAÇÕES DE UM EXÍLIO E A MORTE SOB O VIÉS FILOSÓFICO DE SÊNECA

Luciane Munhoz de Omena

Autor
Luciane Munhoz de Omena
Revista
Revista Ética e Filosofia Política
Edição
2 / 18
Ano
2018
DOI
10.34019/2448-2137.2015.17645
Idioma
pt
2018Luciane Munhoz de Omena. REMEMORAÇÕES DE UM EXÍLIO E A MORTE SOB O VIÉS FILOSÓFICO DE SÊNECA. Revista Ética e Filosofia Política, v. 2, n. 18, 2018.1

O artigo aborda questões conceituais e políticas sobre a relação entre a morte e o exílio em Ad Helviam de Consolatione de Sêneca. Longe de Roma, o filósofo escreve uma consolatória à sua mãe, que se caracteriza principalmente por uma reflexão essencial: o exílio como símbolo da morte. Sua narrativa procura resgatar um passado por meio da criação de heróis e da invocação do autossacrifício. Produto de uma viagem a contragosto, motivada por circunstâncias políticas, enfatiza essencialmente a relação entre a morte e a memória. O exílio, a que foi submetido na época de Cláudio, representa para Sêneca a própria morte política.