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Revolução no pensamento filosófico brasileiro que silencia sobre os Povos Originários.

João José do Nascimento Souza, Rogério LUis Rocha Seixas

Autor
João José do Nascimento Souza, Rogério LUis Rocha Seixas
Revista
Polymatheia - Revista de Filosofia
Edição
16 / 3
Ano
2023
Páginas
109-119
Idioma
pt
2023João José do Nascimento Souza, Rogério LUis Rocha Seixas. Revolução no pensamento filosófico brasileiro que silencia sobre os Povos Originários.. Polymatheia - Revista de Filosofia, v. 16, n. 3, p. 109-119, 2023.2

Este trabalho se propõe a abordar a descolonização e a crítica ao Eurocentrismo, sob uma perspectiva Filosófica a respeito das   implicações jurídicas e pedagógicas na Educação Básica a partir da lei 11.645, de 10/mar/2008, a qual determina que os conteúdos programáticos englobem aspectos como a “luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil”. Pensar como desobediência epistemológica (MIGNOLO), então, a luta de afrodescendentes e indígenas com única pela libertação do eurocentrismo, única em seu apelo ético e educativo das relações étnicorraciais no Brasil, país marcado pela discriminação e racismo. Optamos aqui por tratar das lutas dos Povos Originários que têm sido deixadas à margem da Filosofia, como se a luta pudesse ser reservada apenas ao campo da Antropologia, no seu aspecto “cultural”. Entendemos que, assim, começa a crítica ao eurocentrismo na matriz do pensamento. PALAVRA-CHAVE: libertação; decolonialidade; revolução; ética;