Artigo
Ver fonte original- Autor
- Adriano Eurípedes Medeiros Martins
- Revista
- Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade
- Edição
- 22 / 3
- Ano
- 2017
- DOI
- 10.11606/issn.2318-9800.v22i3p51-56
- Páginas
- 51-56
- Idioma
- pt-BR
2017Adriano Eurípedes Medeiros Martins. Rousseau e suas autobiografias: além do autorretrato. Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade, v. 22, n. 3, p. 51-56, 2017.2
O sujeito que escreve sobre si mesmo e sua obra: eis a essência de uma obra autobiográfica. O estudo inicia pela abordagem da relação público-autor. Aqui os elementos “para quem” e “para quê”, apesar de significativos, serão secundários em face do autor que as escreve. Defendemos que o autor é uno com sua obra. Assim, Rousseau, ao se defender nas Confissões (1764-1770), está defendendo, por exemplo, o Contrato Social. Tal situação se repetirá com outras quatro obras confessionais e autobiográficas: Cartas ao Sr. Malesherbes (1762), Profissão de Fé do Vigário Saboiano (1762), Diálogos de Rousseau Juiz de Jean-Jacques (1772) e Devaneios de um caminhante solitário (1776-78).
Palavras-chave:
