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Subjetivação Ética e Espiritualidade Política: Sobre a Análise de Michel Foucault acerca da Revolução Iraniana
Nelson Fernando Roberto Alba
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Nelson Fernando Roberto Alba
- Revista
- Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea
- Edição
- 7 / 1
- Ano
- 2019
- DOI
- 10.26512/rfmc.v7i1.23017
- Páginas
- 79-114
- Idioma
- fr
2019Nelson Fernando Roberto Alba. Subjetivação Ética e Espiritualidade Política: Sobre a Análise de Michel Foucault acerca da Revolução Iraniana. Revista de Filosofia Moderna e Contemporânea, v. 7, n. 1, p. 79-114, 2019.1
O artigo propõe os principais aspectos da leitura foucaultiana da “Revolução iraniana” a partir da análise da “reportagem de ideias” que o filósofo faz no Irã como correspondente entre 1978 e 1979. Nesse sentido, o texto contextualiza o panorama político iraniano antes da chamada “Revolução”, que pode ser entendido a partir da perspectiva de um diagrama estratégico de relações de poder. Chama-se imediatamente a atenção para as noções de “vontade coletiva” e “subjetivação ética” surgidas durante a insurreição iraniana, bem como a noção de “espiritualidade política” entendida como uma pedra de toque para a montagem de uma experiência política heterogênea ao poder político estratégico.
