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Subjetividade carnal: Nietzsche e a universalidade do mais singular: Carnal subjectivity: Nietzsche and the universality of the most singular
Miguel Angel de Barrenechea
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Miguel Angel de Barrenechea
- Revista
- Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211]
- Edição
- 7 / 16
- Ano
- 2023
- Páginas
- 4-17
- Idioma
- pt-BR
2023Miguel Angel de Barrenechea. Subjetividade carnal: Nietzsche e a universalidade do mais singular: Carnal subjectivity: Nietzsche and the universality of the most singular. Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211], v. 7, n. 16, p. 4-17, 2023.1
Analiso a crítica nietzschiana às posturas dualistas que desvalorizaram a condição corporal do homem: esqueceram os instintos, os afetos, as paixões. O dualismo exaltou uma pretensa substância subjetiva – alma, espírito, consciência etc. –, que configuraria o aspecto essencial do homem. Nietzsche, contrariamente, valoriza o corpo, considerando-o o fio condutor para a compreensão de todas as questões humanas. Seguindo essa tese, reflito sobre uma visão singular de subjetividade: subjetividade carnal, na qual o essencial do humano estaria constituído por suas forças vitais, instintivas. Palavras-chaves: Nietzsche. Corpo. Subjetividade. Subjetividade carnal. Instintos.
