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T = 0 EM 397 E EM 1927: UM OLHAR POPPERIANO SOBRE O PROBLEMA DO TEMPO EM AGOSTINHO
Humberto Araujo Quaglio de Souza
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Humberto Araujo Quaglio de Souza
- Revista
- Prometeus - Journal of Philosophy
- Edição
- 11 / 28
- Ano
- 2018
- DOI
- 10.52052/issn.2176-5960.pro.v11i28.8777
- Idioma
- pt
2018Humberto Araujo Quaglio de Souza. T = 0 EM 397 E EM 1927: UM OLHAR POPPERIANO SOBRE O PROBLEMA DO TEMPO EM AGOSTINHO. Prometeus - Journal of Philosophy, v. 11, n. 28, 2018.1
Este artigo pretende apresentar uma das ideias de Santo Agostinho (354-430) sobre o tempo, exposta em sua obra As Confissões, qual seja, a de que o tempo teve um início, e não é infinito no passado. Tal ideia será confrontada com os critérios propostos por Karl Popper (1902-1994) para se demarcar os limites entre as ciências naturais e os demais ramos do conhecimento. O propósito desta confrontação é apresentar uma discussão sobre como a história da filosofia pode produzir ideias cientificamente relevantes, mesmo que essas ideias advenham de reflexões metafísicas, filosóficas e teológicas sem aparente conexão imediata com a ciência moderna.
