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Também uma Teodiceia: O terramoto de Lisboa e o “otimismo metafísico”

Paulo Fernando Rocha Antunes

Autor
Paulo Fernando Rocha Antunes
Revista
Synesis (ISSN 1984-6754)
Edição
10 / 2
Ano
2018
Páginas
141-167
Idioma
pt
2018Paulo Fernando Rocha Antunes. Também uma Teodiceia: O terramoto de Lisboa e o “otimismo metafísico”. Synesis (ISSN 1984-6754), v. 10, n. 2, p. 141-167, 2018.1

O que aqui se propõe, ainda que se trate de algo mais, é uma revisitação do colapso teórico da teodiceia (ou dito por outras palavras: do seu “desastre intelectual”), a abordar apenas em traços gerais, tendo em conta o espaço disponibilizado. Posto isto, tencionamos ao longo do subsequente trabalho sumariar as principais caraterísticas de uma conceção como a teodiceia, apresentar alguns dos principais argumentos da sua crítica, e, na sequência, rever o espaço reservado a um “otimismo metafísico” (a teodiceia também é considerada como uma conceção otimista par excellence), aproveitando o ensejo para no final recuperar uma questão que entendemos atual.Palavras-chave: Filosofia da história; Otimismo; Metafísica; Secularização; Teodiceia.