Territorialidade indígena e políticas oficiais de colonização: os casos de Azul e Tapalqué na fronteira sul de Buenos Aires (século XIX)
Sol Lanteri, Silvia Ratto, Ingrid de Jong, Victoria Pedrotta
- Autor
- Sol Lanteri, Silvia Ratto, Ingrid de Jong, Victoria Pedrotta
- Revista
- Antíteses
- Edição
- 8
- Ano
- 2011
- DOI
- 10.5433/1984-3356.2011v4n8p729
- Páginas
- 729-752
- Idioma
- pt
O objetivo do trabalho é realizar uma primeira análise conjunta das políticas de colonização terrestre e fronteiriça realizadas pelos governos da província -e posteriormente do Estado- de Buenos Aires, no que diz respeito aos colonos crioulos e indígenas que se estabeleceram no campanha de Buenos Aires. A atenção está voltada para o extremo sul da província, na região de Azul e Tapalqué, onde convergiram duas peculiaridades: a entrega de extensões médias de terra aos colonos crioulos e uma concentração populacional indígena que superava em muito o número de vizinhos “brancos”. ”. Resgata-se a importância da territorialidade indígena e camponesa na implementação das medidas oficiais de expansão da fronteira, no marco da consolidação da soberania estatal e da articulação produtiva para o mercado externo. Destacam-se também as mudanças e continuidades desde o início da colonização regional no início do século XIX, até a unificação do Estado no final do referido século.
