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THE ICON AS A MEDIATOR BETWEEN HUMANITY AND THE TRANSCENDENT: COLOR SEMIOTICS IN THE ETHICS OF SUSTAINABLE DEVELOPMENT

Kristina Binkivska, George Shapovalov, Iryna Spudka, Iryna Кuznietsova, Halyna Syhyda, Olena Lobanchuk

Autor
Kristina Binkivska, George Shapovalov, Iryna Spudka, Iryna Кuznietsova, Halyna Syhyda, Olena Lobanchuk
Revista
Synesis (ISSN 1984-6754)
Edição
17 / 4
Ano
2025
Páginas
117-137
Idioma
en
2025Kristina Binkivska, George Shapovalov, Iryna Spudka, Iryna Кuznietsova, Halyna Syhyda, Olena Lobanchuk. THE ICON AS A MEDIATOR BETWEEN HUMANITY AND THE TRANSCENDENT: COLOR SEMIOTICS IN THE ETHICS OF SUSTAINABLE DEVELOPMENT. Synesis (ISSN 1984-6754), v. 17, n. 4, p. 117-137, 2025.1

O ícone, como mediador entre a humanidade e o transcendente, ocupa uma posição singular na encruzilhada entre a metafísica, a estética e a memória cultural. Sua linguagem simbólica — em particular, a semiótica da cor — oferece um quadro por meio do qual as verdades espirituais se tornam visíveis e se encarnam em forma material. Este artigo explora o significado ético dos ícones dentro do paradigma do desenvolvimento sustentável, onde o simbolismo sagrado se entrelaça com a responsabilidade ecológica, a resiliência cultural e a busca por uma convivência harmoniosa. Juntamente com a reflexão teórica, o estudo inclui também uma investigação empírica realizada entre jovens, destacando como as percepções contemporâneas sobre os ícones continuam a moldar valores essenciais para futuros sustentáveis. Nesse sentido, o ícone surge não apenas como artefato teológico e estético, mas também como um recurso dinâmico para repensar a orientação ética da humanidade em uma era de transformação global.