Artigo
Ver fonte original- Autor
- Rodrigo Jungmann de Castro
- Revista
- Argumentos - Revista de Filosofia
- Edição
- 6
- Ano
- 2011
- DOI
- 10.36517/Argumentos.3.6.19156
- Idioma
- pt
2011Rodrigo Jungmann de Castro. Thinking about Trust? The primacy of the affective attitude. Argumentos - Revista de Filosofia, n. 6, 2011.1
Algumas recentes abordagens filosóficas da confiança – dentre as quais se destaca a de Russell Hardin – vêem na confiança uma propensão de base cognitiva fundada em crenças racionais quanto à extensão em que estamos convencidos de que nossos interesses são contemplados pelos interesses daqueles com quem interagimos. Neste artigo, apresentamos as vantagens de uma visão rival, a saber a de que a confiança é primariamente uma atitude afetiva. Sustentamos que a mencionada abordagem lida melhor com a evidência disponível nos planos formativos, fenomenológicos e comportamentais. Além disso, sustentamos que as manifestações mais intelectuais do ato de confiar podem ser vistas como dependentes e derivadas de sua dimensão afetiva.
Palavras-chave:
