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Totalidade e contradição: uma nota sobre a recepção da dialética de Hegel por Adorno
Amaro Fleck, Daniel Pucciarelli, Luiz Philipe de Caux
Artigo
Ver fonte original- Autor
- Amaro Fleck, Daniel Pucciarelli, Luiz Philipe de Caux
- Revista
- ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy
- Edição
- 20 / 2
- Ano
- 2021
- DOI
- 10.5007/1677-2954.2021.e82555
- Páginas
- 566-583
- Idioma
- pt
2021Amaro Fleck, Daniel Pucciarelli, Luiz Philipe de Caux. Totalidade e contradição: uma nota sobre a recepção da dialética de Hegel por Adorno. ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy, v. 20, n. 2, p. 566-583, 2021.1
A maior parte do debate sobre as diferenças entre as abordagens dialéticas de Hegel e de Adorno se concentra ou bem na sua estrutura lógica, ou bem nas implicações de uma inversão materialista da versão idealista hegeliana. O presente artigo ensaia um desvio dessa discussão, sugerindo que o escopo da dialética é bastante diferente nos dois autores. Paralelamente à tentativa de pensar as diferenças nas abordagens, caberia distinguir a extensão a que se aplica o estatuto da dialética em cada um dos autores. Em outras palavras, enfatizar que Adorno e Hegel também diferem na compreensão do que se move de modo dialético.
