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Tradução: Nietzsche como destino da filosofia e da humanidade? Interpretação contextual do § 1 do capítulo "Por que sou um destino", de Ecce Homo

Werner Stegmaier

Autor
Werner Stegmaier
Revista
Trans/Form/Ação
Edição
33 / 2
Ano
2010
DOI
10.1590/S0101-31732010000200014
Páginas
241-278
Idioma
pt
2010Werner Stegmaier. Tradução: Nietzsche como destino da filosofia e da humanidade? Interpretação contextual do § 1 do capítulo "Por que sou um destino", de Ecce Homo. Trans/Form/Ação, v. 33, n. 2, p. 241-278, 2010.1

A tradução que se segue é uma versão resumida e revisada do artigo “Schicksal Nietzsche? Zu Nietzsches Selbsteinschätzung als Schicksal der Philosophie und der Menschheit (Ecce Homo, Warum ich ein Schicksal bin §1)” — publicado originalmente em Nietzsche-Studien 37 (2008) — que foi especialmente preparada para ser apresentada em palestra organizada pelo Grupo de Pesquisa Spinoza & Nietzsche (SpiN), na Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 14/09/2009. No texto, o autor faz uso de sua própria metodologia filológico-hermenêutica, denominada interpretação contextual, com vistas a esclarecer os conceitos do primeiro aforismo de “por que sou um destino”, de Ecce Homo no seu contexto próprio, no contexto de Ecce Homo e no contexto da obra de Nietzsche como um todo.