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Uma leitura crítica do biocentrismo de Paul Taylor a partir de James Sterba

Carmelita Schulze

Autor
Carmelita Schulze
Revista
ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy
Edição
7 / 3
Ano
2008
DOI
10.5007/1677-2954.2008v7n3p81
Páginas
81-92
Idioma
pt
2008Carmelita Schulze. Uma leitura crítica do biocentrismo de Paul Taylor a partir de James Sterba. ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy, v. 7, n. 3, p. 81-92, 2008.1

Este artigo analisa a proposta biocêntrica encontrada no artigo “A Biocentrist Strikes Back” (Um biocentrista revida), de James Sterba, que se propõe a defender o biocentrismo de três acusações: de que favorece a espécie humana em detrimento das demais, de que pressupõe que haja uma harmonia na natureza, e de que não consegue distinguir o que possui, do que não possui, valor intrínseco. Além dessas respostas, serão analisadas as críticas de Sterba a Paul Taylor, por exemplo, a de que Taylor pressupõe que os humanos sejam santos e de que há na teoria biocênctrica deste uma preferência pela espécie humana sobre os animais.