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Universalismo interativo e mentalidade alargada em Seyla Benhabib: apropriação e crítica de Hannah Arendt.

Yara Frateschi

Autor
Yara Frateschi
Revista
ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy
Edição
13 / 2
Ano
2014
DOI
10.5007/1677-2954.2014v13n2p363
Páginas
363-385
Idioma
pt
2014Yara Frateschi. Universalismo interativo e mentalidade alargada em Seyla Benhabib: apropriação e crítica de Hannah Arendt.. ethic@ - An international Journal for Moral Philosophy, v. 13, n. 2, p. 363-385, 2014.1

O objetivo deste texto é analisar o modo pelo qual Seyla Benhabib recupera a noção arendtiana de mentalidade alargada para desfazer a radicalização do debate entre comunitaristas e liberais, combater o antagonismo entre contextualismo e universalismo e, ao mesmo tempo, corrigir os excessos racionalistas que ela detecta em Habermas. Com isso, eu pretendo esclarecer de que modo Hannah Arendt inspira Benhabib na formulação da sua teoria do universalismo interativo, mais precisamente no momento de repensar o universalismo diante das objeções neo-aristotélicas de descontextualização.