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Zizek e a violência da linguagem - O caso Charlie Hebdo como adormecimento do espaço simbólico dos sujeitos

Wellington Amâncio Da Silva, Feliciano José Borralho de Mira

Autor
Wellington Amâncio Da Silva, Feliciano José Borralho de Mira
Revista
Aufklärung: journal of philosophy
Edição
2 / 1
Ano
2020
DOI
10.18012/arf.2016.22995
Páginas
p.105-118
Idioma
pt
2020Wellington Amâncio Da Silva, Feliciano José Borralho de Mira. Zizek e a violência da linguagem - O caso Charlie Hebdo como adormecimento do espaço simbólico dos sujeitos. Aufklärung: journal of philosophy, v. 2, n. 1, p. p.105-118, 2020.2

Neste paper analisamos o conceito de violência subjetiva e violência objetiva (violência “simbólica” da linguagem) a parti de Žižek (2014), tendo com contexto o caso Chalie Hebdo aqui brevemente investigado a partir de suas charges como instrumento de racionalidade dos instintos. Tal foi desenvolvida por meio dos conceitos de violência aqui apresentados. Como paradigma dessa racionalidade, buscamos inferir o animal político de Aristóteles (1998) em vista da sua similaridade nas representações do homem em Hobbes (2003), a partir dos acontecimentos acima especificados, não tendo a pretensão de fazê-lo na tradição hermenêutica para cada um dois autores – embora o façamos em Žižek (2010, 2014). Pretendemos, por fim, compreender de que modo a violência pode ser exercida através da sexualidade e da política, instâncias, segundo Foucault, (2002), muito policiadas.