- Autor
- Ester Fridman
- Orientador(a)
- Yolanda Glória Gamboa Muñoz
- Universidade
- UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU — USJT
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2009
A partir das considerações de Nietzsche com relação à significação da linguagem..para o desenvolvimento da civilização, na qual o homem se vê senhor do mundo por..nomeá-lo, fizemos um estudo sobre a presença de uma linguagem não nomeante de..verdades nos textos de Nietzsche. Tendo em vista que Nietzsche denomina Cristo de..“grande simbolista”, investigamos a presença de uma linguagem simbólica na filosofia..nietzscheana, em especial no livro Assim Falou Zaratustra. A linguagem simbólica, além..de ser uma linguagem não nomeante de verdades, tem uma orientação historicamente..oposta à tendência alegórica do cristianismo, assim como também do racionalismo..socrático. Inicialmente, por não tratar-se de uma linguagem comumente aceita na filosofia..tradicional, fizemos um mapeamento da teoria do símbolo. Com posse desse novo..instrumental, pudemos percorrer algumas sendas do Zaratustra sob a ótica simbólica. Em..um primeiro momento fizemos alguns apontamentos sobre determinados temas abordados..por Nietzsche que se coadunam com a presença de uma linguagem simbólica em seus..escritos: a sua própria concepção de filosofia; quem é Zaratustra; a questão dos opostos; a..problemática da crença. Optamos, então, pela escolha e análise perspectivista do símbolo..da árvore, que guardaria relações com temáticas chaves na filosofia nietzscheana, como..Dionísio, vontade de poder e eterno retorno.
