- Autor
- José Arlindo de Aguiar Filho
- Orientador(a)
- Jesus Vazquez Torres
- Universidade
- UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO — UFPE
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2003
A dissertação apresentada consiste numa tentativa de situar as reflexões sobre a subjetividade e seu lugar na Destruktion da história da ontologia presentes em alguns textos heideggerianos de 1928 e 1929, a partir da analítica existencial.....Seu texto pretende mostrar a relação entre a perspectiva da ocupação como modo originário da cotidianidade do homem, do impessoal que perpassa essa mesma cotidianidade, e dos existenciais do ser-em, encontrados em Ser e Tempo, com os conceitos da transcendência e negatividade como se encontram na Introdução à Filosofia, na Essência do Fundamento e nos Fundamentos Metafísicos da Lógica.....Resgatar a resposta heideggeriana para a questão do sujeito, neste contexto, significa trazer a negatividade do homem à tona. Esta conclusão se mostrará necessária na análise do caminho indicado através de Ser e Tempo. Do homem ocupado junto ao manual, ao homem angustiado em ser-para-morte. O revelar-se do nada ao homem é a subjetividade que se permite Heidegger antes da Khere, e ela já estava delineada em Ser e Tempo nos três pontos citados acima: ocupação, impessoalidade e ser-em (disposição e compreensão.
