A REVOLTA DOS TECELÕES DA SILÉSIA EM 1844: CONTROVÉRSIA ENTRE KARL MAX E ARNOLD RUGE SOBRE A INSTRUMENTALIZAÇÃO DA POLÍTICA PELA REVOLUÇÃO SOCIAL
ALBERTO DIAS GADANHA
- Autor
- ALBERTO DIAS GADANHA
- Orientador(a)
- Antonio Rufino Vieira
- Universidade
- UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ( JOÃO PESSOA ) — UFPB-JP
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2002
Objetivo da dissertação é explicitar a argumentação de arquivo de Karl Max (glosas críticas a margem do artigo: o rei da prucia e a reforma social. Por um prociano) O artigo publicado nos números 63 e 64 no jornal Wats de sete e dez de agosto de 1844, é uma crítica de Karl Max a posição Arnold Ruge, expressa no número 60 do mesmo jornal. Enquanto Ruge defende a atitude repressora, tomada pelo rei da procia contra os tecelções; Max compreende a revolta dos tecelões da cinésia como a quebra do ciclo vicioso de ampliação da miséria e da violência sociais a que estão submetidos aos trabalhadores. Ele destaca que os tecelões buscaram pela revolta, a spressão de sua alienação, do isolamento de sua própria comunidade, comunidade da qual seu próprio trabalho os separa. A emancipação humana é, para Max, o objetivo que é da consistência, a sua alma social; Enquanto a alternativa defendida pela política defendida pela politica moderna aceitaria uma revolução social com alma politica. A instituição vigente poderá considera a miseria social um desconforto, mais sua alteração estaria subordinada a uma politica.
