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Dissertações

A TEORIA DA EMANCIPAÇÃO HUMANA ..NO PENSAMENTO DE MARX: DA GAZETA RENANA AOS ANAIS FRANCO-ALEMÃES

Jonece Maria Beltrame

Dissertação
Autor
Jonece Maria Beltrame
Orientador(a)
Jadir Antunes
Universidade
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANA — UNIOESTE
Programa
FILOSOFIA
Grau
MESTRADO
Ano
2009
2009Jonece Maria Beltrame. A TEORIA DA EMANCIPAÇÃO HUMANA ..NO PENSAMENTO DE MARX: DA GAZETA RENANA AOS ANAIS FRANCO-ALEMÃES. 2009. Dissertação (MESTRADO em FILOSOFIA) — UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANA, PR. Orientador(a): Jadir Antunes.2

A pesquisa A teoria da emancipação humana no pensamento de Marx: da Gazeta Renana aos Anais Franco-Alemães, abrange o período de pensamento que vai da tese de doutoramento em 1841, cobrindo sua inserção política na Gazeta Renana, aos artigos publicados nos Anais Franco-Alemães, em 1844. Nosso objetivo é o de compreender a evolução do pensamento marxiano, identificando as relações entre o pensamento de Marx e o pensamento hegeliano e neo-hegeliano. Temos um interesse localizado em relação à concepção marxiana de emancipação humana na sua relação com as concepções de Estado, política, filosofia e mundo, e filosofia e proletariado. Nesse período, Marx rompe com a visão positiva acerca da política – realização da racionalidade e da humanidade através da politicidade – e contrapõe a essa visão o conceito de emancipação humana. Desta forma, elabora uma visão negativa acerca da politicidade, o que implica no fato de a política perder a centralidade que possuía ao longo da história, em relação à possibilidade de realização da racionalidade e humanidade. Apresenta precisamente a concepção de emancipação humana, na medida em que ultrapassa e, de certa forma, se opõe à idéia de emancipação política, como possibilidade de realização da humanidade, concepção está que é o objeto da nossa pesquisa. E, os estudos dessas questões passam pela discussão das relações entre filosofia e proletariado que Marx começa a desenvolver durante este período de crítica e de ruptura com o pensamento hegeliano e neo-hegeliano.