A virada copernicana na filosofia prática de Kant: o conceito de autonomia.
DIANA FICHMAN M DE SOUZA
- Autor
- DIANA FICHMAN M DE SOUZA
- Orientador(a)
- FERNANDO AUGUSTO DA ROCHA RODRIGUES
- Universidade
- UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO — UFRJ
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2011
Esta dissertação dedica-se a um estudo de Kant respectivamente ao papel do conceito de autonomia na filosofia prática de. A obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes serve como pretexto introdutório da ética de Kant. Essa introdução é seguida de uma análise de como opera a razão prática. Razão prática na obra do autor referido define vontade. A análise da operação da vontade requer a definição e organização de proposições práticas. Essas proposições expressam a razão em sua função prática. Ao definir e organizar a relação de tais proposições pretende-se obter a ordem de operação de uma razão que é prática. A ordem de tal operação envolve a determinação de sua função, seus atributos, propriedades e princípios. Assim retorna-se ao conceito de autonomia, como princípio e propriedade da vontade. Como princípio, autonomia se identifica com a lei da moralidade, como propriedade se identifica com a própria liberdade.
