AS BASES METAFISICAS SENSÍVEL NA CRÍTICA DA RAZÃO PURA DE EMMAUEL KANT
Marcos de Holanda Costa
- Autor
- Marcos de Holanda Costa
- Orientador(a)
- Robson Costa Cordeiro
- Universidade
- UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ( JOÃO PESSOA ) — UFPB-JP
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2011
Hoje em dia ainda encontramos questionamentos como: Por que nosso horizonte é inevitavelmente kantiano? Como explicar as inesgotáveis e numerosas contribuições postuladas por Kant? Por que o kantismo continua presente nas reflexões posteriores à sua época?.O pensamento sistematizado pelo filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) é extremamente inclusivo e abrangente. É possível atinar nas diversas áreas do saber, por exemplo: ciências humanas, sociais e políticas, ou mesmo naturais, conceitos, expressões, fragmentos e estruturações argumentativas do pensador..Debates contemporâneos, como resultado provável, revelam uma peculiar tendência na tentativa de interpretar, compreender e elucidar tal manifestação intelectual..Os diversos estudos publicados acerca do autor divergem, contudo, a sua autoridade permanece incontestável. A concepção filosófica expressa está, sem dúvida alguma, fortemente estabelecida como ponto de orientação, sendo reconhecido o lugar que ocupa..Levando em consideração a breve perspectiva esboçada, o presente estudo propõe investigar a filosofia crítica kantiana. Analisaremos (1) as bases da sensibilidade - espaço e tempo - em seu relacionamento com a (2) problemâtica referente à possibilidade do conhecimento.
