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Dissertações

Devir-música:individuação e agenciamentos

RODRIGO CARQUEJA DE MENEZES

Dissertação
Autor
RODRIGO CARQUEJA DE MENEZES
Orientador(a)
JAMES BASTOS ARÊAS
Universidade
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO — UERJ
Programa
FILOSOFIA
Grau
MESTRADO
Ano
2005
2005RODRIGO CARQUEJA DE MENEZES. Devir-música:individuação e agenciamentos. 2005. Dissertação (MESTRADO em FILOSOFIA) — UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, RJ. Orientador(a): JAMES BASTOS ARÊAS.2

Esta dissertação se propõe a estudar a música a partir do seu devir (o devir-música), tal como concebem Gilles Deleuze e Félix Guattari. Ela não se apresenta como uma reflexão sobre o que quer que seja, pois, nesta perspectiva, se recusa a perder-se em abstrações, tais como: a busca pelas origens, pelo ser, pelo eu, pela consciência, pela linguagem, por finalidades. Perguntas do tipo: Quando é que começa a música? Qual será o futuro da música? perdem qualquer sentido, não interessa partir nem chegar, mas sim instaurar-se no meio, na atmosfera musical propriamente dita. Devir-música não se confunde com a História da música nem com os desenvolvimentos das formas musicais. Aqui, a música é tomada em sua efetuação, em seu devir que não é História, mas sim Geografia..Primeiramente, é apresentada uma individuação que não se explica por desenvolvimento de formas ou mesmo por formação de sujeitos, mas por hecceidades impessoais. E em um segundo momento, o classicismo (século XVIII), o romantismo (século XIX) e o modernismo (século XX) da música, são tomados como agenciamentos maquínicos de conteúdo e expressão simultâneos, sem que se reduzam a uma sucessão histórica.