Do Homem Natural ao Artificial: Um EstudoSobre a Antropologia de Hobbes no Leviatã
Hermano José Falcone de Almeida
- Autor
- Hermano José Falcone de Almeida
- Orientador(a)
- Iraquitan de Oliveira Caminha
- Universidade
- UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA ( JOÃO PESSOA ) — UFPB-JP
- Programa
- FILOSOFIA
- Grau
- MESTRADO
- Ano
- 2006
Tendo como ponto de partida o hobbesiano projetam para construir uma ciência do homem, o estudo presente segue os passos do filósofo Thomas Hobbes, enquanto tendo como base o Leviatã, por ser este o artesanato que synthecize o pensamento do autor. Escrevendo com uma combinação de ciência, que usa geometria como referência, e literatura clássica, o Leviatã ainda coloca perguntas atuais hoje. A descrição do homem, ou em estado de natureza ou Estado gregário, colocou à frente do problemático do passional e natureza agressiva do ser humano. O idioma e a razão se tornam o homem umas espécies diferentes de outros, enquanto sendo um dos fatores básicos para a saída do estado de natureza. As paixões que em os impeça alcançar a paz no estado nativo ameace a vida e o corpo do homem que, de medo da morte e esperança de uma vida melhor, estimula o ingresso para o homem de artifício, produto da deliberação e vai o ser humano. O Estado, ou corpo de artifício, é instituído garantir a paz e preservar a vida. Põe um limite no direito de natureza e liberdade e faz cumprir as leis da natureza, que eles são normas para alcançar a paz. Porém, o homem de artifício sofre de doenças, como também o homem de natureza. Estes podem contribuir durante o outono do pacto entre assuntos e soberano, fazendo perecer o Estado assim. A antropologia do Leviatã em envia a um ser humano de inquietante de sexiness a eles e os limites da razão para controlar estes.
